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news 2012/2009 sábado JUL.18 |
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Redacção: António Sousa, Nuno Pedro, Raquel Silva, Isabel Santos e Falco Fernandes |
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FILMINHO Festival do Cinema Galego e Português Vila Nova de Cerveira I Tominho 16 a 18 de Julho
3º DIA
De visita a Tui com Diana Gonçalves e os seus pais / produtores |
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No terceiro e penúltimo dia do Filminho, com Cerveira finalmente sob um céu imaculadamente azul e um sol radioso, das sessões da tarde mereceram destaque especial a retrospectiva de Edgar Pêra, desde os documentários experimentais, à longa-metragem de ficção A JANELA, exibida comercialmente nas salas portuguesas. Aproveitando a excelência do tempo e o facto das sessões apenas terem início às 16 horas, em Goiám, a equipa do Grande Écran prescindiu do convívio dos elementos e convidados do Filminho ao almoço e dirigiu-se na companhia de Henrique Espírito-Santo a um pequeno restaurante na margem galega do rio Minho, onde almoçou tapas, regadas com um excelente Alvarinhos branco (garrafa sem rótulo), numa mata caracterizada pela limpeza e com uma vista soberba do rio e da encosta portuguesa ali mesmo ao alcance de umas quantas braçadas. De regresso ao Centro culturas de Goiám, continuaram a suceder-se os atrasos, desde logo com o início da primeira sessão do dia, que abriu com uma interessante curta galega, de animação, SOLDADINHO DE CHUMBO, de Virginia Curiá e Tomás Conde, continuou com a belíssima ficção galega A VIAXE, de José González Varella, após o que termos visto um dos mais longos e cansativos documentários em competição, O CLUBE DOS SEM TETO, da jovem realizadora Claudia Brenila, tanto mais surpreendente, quanto soubemos que o seu anterior filme primava pela excelência. O cansaço era tal, que quando começou a projecção do penúltimo filme da sessão, a animação A MEIO DA NOITE, do português Fernando José Saraiva, que já víramos, abandonamos a sala. Para além de mais 8 filmes em competição, a última sessão do dia em Goiám ainda incluía a segunda parte da Retrospectiva de Edgar Pêra, cuja obra conhecemos de diversos festivais portugueses, o que terá atrasado de tal forma a programação que estimamos ter remetido o jantar para perto das 21 horas, acentuando o atraso do programa, a prosseguir no auditório ao ar livre de Cerveira. Mas é apenas uma suposição, porquanto já conhecíamos a maior parte dos filmes a projectar e nos dirigimos à belíssima vila de Tui, ao encontro de um jantar com passeio pela noite galega que prolongou o nosso dia até às quatro de madrugada...
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