news

1626/2008

quinta

ago.28

Redacção: Raquel Sofia, António Sousa, Raquel Silva, Ana Rita Madruga,  Isabel Santos e Falco Fernandes

 

 

 

 

 

Do mudo

ao 3D

 

 

VIAGEM AO CENTRO DA TERRA,

a mais recente experiência "em relevo"

 

Desde os primórdios do cinema, sucederam-se as experiências para tornar mais real a aventura das imagens em movimento que, desde o seu nascimento causaram reacções surpreendentes nos espectadores, como fazer desmaiar as damas que assistiam à ENTRADA DE UM COMBÓIO NA GARE DE LA CIOTAT, dos Lumière.

Nascido a preto e branco, mudo, limitado no tempo de projecção e de imagens tremeluzentes, devido ao ritmo de projecção de 18 imagens por segundo, o cinema passou rapidamente a 24 imagens por segundo, acabando com a cintilação, os filmes depressa cresceram em tempo de projecção e filmagem, ganhou som e cor, mas não bastava e as experiências foram-se sucedendo, com maior ou menor sucesso.

Écran gigante e panorâmico, cinema com cheiro, sensação física dum abalo sísmico com frequências subsónicas e, claro está, o cinema “em relevo” ou cinema 3D, em que se multiplicaram os sistemas, sem que nenhum deles tivesse vingado em pleno.

Desde os óculos com um acetato verde ou azul e outro vermelho até aos modernos polaróide, tratava-se de projectar duas imagens em simultâneo, cada uma correspondente à visão de cada um dos olhos, o que parece finalmente ter sido facilitado com a projecção digital, apenas escasseando as salas equipadas com esse sistema.

Ora a partir desta semana, os espectadores portugueses vão poder desfrutar da possibilidade de ver VIAGEM AO CENTRO DA TERRA que será projectado em 3D, nas salas equipadas para tal.

Fica o aviso e os nossos votos de bom divertimento.

Falco Fernandes

(Plano de Abertura do Grande Écran 535 de 28 de Agosto)

 

 

 

 

BACK | EMAIL | HOME